quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Balbino da Ambulância.


Eu, com o certificado e medalhas ao pescoço.Que data!Inesquecpivel, pela valorização e lembrança da cordifraterniadade que sempre deve nos nortear.


Marco Llobus e eu entregamos flores à Governadora do inBrasCi em Minas Gerais, Andreia Donadon.


Andreia Donadon, Claudio Márcio barbosa e eu, conversamos com Sérgio balbino, após a cerimônia do Grande Volar de Mérito.


Alguns cnvidados , no agradabilíssimo Restaurant D.Preta.


Os aldravistas e eu





Um dia de grandes emoções para mim , foi receber o Grande Colar de Mérito, na âmara Municipal de Belo Horioznte.Claudio M´[arcio Brbosa fora indicar-me para Cidadã Honorária da cidade de Belo Horizonte e ao conversar com o verador Sérgio Balbino, este disse que, pelo perfil apresentao, iria conceder-me o Grande Colar-a mais alta honraria da Câmara.
Ainda de luto, eu Saí à savassi, bairro de Belo Horizonte onde já cliniquei (sou psicóloga), em busca de um vestido.À força de tantas horas sentada em frente ao PC, ou escrevendo- às vezes deitada- ganei peso extra e não encontrava o que vestir na solene ocasião.
Por fim , encontrei uma veste cor-de-uva, com detalhes em cetim da mesma coisa, que amarrei ao corpo, cobre leggins e boddy pretos.
Usei sandálias douradas, com o peito do pé trabalhado.
Soube que o patrono seria Oscar Niemeyer, que fazia cem anos, o que encantou-me.Na verdade , o macróbio que ainda está vivo e trabalha com sua equipe, não poude deslocar-se e a entrevista entre ele e o presidente da Câmara, Totó Teixeira, foi apresentada em um telão, palavras pronunciadas com veracidade e de forma comovente e de forma comovente.
Cheguei com meu filho Alessandro e a nora Ju (Ciléia).O filho caçula , que estava trabalhando, consegiu uns minurtos livres para estar na cerimônia e chegou de branco, pois é massoterapeuta.
Meus amigos de mariana -O casal Donadon (J.Benedito e Andréia), Gabreil Bicalho e J.S Ferreira lá estavam.Também Neuza Ladeira, a irmã Bety e Luna, a cantora e violonista.Claudio Márcio, é claro.
Alguns foram embora sem que eu os visse, pois tão logo terminou a cerimônia, fomos convidados pelo vereador para conhecer seu gabinete, onde nos contou sua tragetória.
Aliás, bela história , que eu já conhecia pelo relato de Claudio.
Logo que chegeui, fui colocada com os demais agraciados, numa sala, onde nos entregaram a caixa vazia, um estojo grande e ebonito, que conteria posteriormente o colar-esse, soemnte vimos quando nos foi colocado.Ao sermos convidados para ir ao plenário, as pessoas em geral, encontravam osvereadores que os haviam indicados.Mas eu ainda não conhecia pessoalemnte Sergio balbino.Apenas conhecíamos as histórias de vida um do outro.Claudio Márcio estava lá em cima, então , eu fiqui meio perdda e a TV estava entrevistando o agraciado e o indicador.Fui entrevistada sozinha.Depois, sim , ele me procurou.Fiquei imediatamente impressionada com o olhar profundamente empático de Balbino.Quando tirávamos fotos, ele mostrava um cuidado muito sério comigo e por isso, entendi porque sempre falavam tão bem dele.
Conhecido por "Balbino da Ambulância", ele começou , jovem , a trabalhar e sempre parte desse pagamento era destunado a alguma relação de ajuda.Adulto jovem , vendeu o carro para comprar uma ambulância, ao ver que muitas pessoas pobres ou caentes, morriam antes de alcançar o devido socorro.candidato, ampliou essa necessidade de ajudar doentes, a quem muitas vezes, apanhava nas ruas.Ouvi muitas histórias-e ele agora, nos contava,com intensidade, esse trabalho, agora facilitado pelo cargo.
Disse que estava estudando Direito.Ficamos comovidos.Eel conversou comigo, com Andréia, Neuza Ladeira, Claudio Márcio e comigo, ouvindo atentamente.Pensei que ele deveria ser indicado para essa medalha.Quem cuida de pessoas doentes, sujas e abandonadas muitas vezes num momento em que tantos outos se afastam, até com nojo, merece reconhecimento.Já ouvi contarem que indo para a Câmara, de terno e banho tomado, o vereador muitas vezes fazia parar o carro e apanhava pessoas na rua, para levá-las aos pronto-socorro e lá, ainda brigava pelo atendimento.

A festa foi no Restaurante D.Preta, da família do amigo Claudio Márcio, que pertence à ONG Alô Vida.Lá, també, fui agraciada com a Medalha de Mérito do InBrasCI(Instituto de Culturas Internacionais), certificados da Aldrava Letras e Artes de mariana.E apareceram amigos muito queridos, parentes.Entre eles, além dos escitores aldravistas e representantes do inBrasI, doi qual então me tornaram membro Honorário, Marco Llobus, Ricardo Evangelista e a esposa Sueli, Celinho Guiga e Paloma Goulart, Luiz Lyrio, Christiana ,Maria Queiroz, Marco Aurélio Lisboa e sua Val,Regina Mello, marilda Ladeira (de Ipatinga, do Clube de Escritores) e outros mais, que tamto me alegraram com sua presença.Foi um dia inesquecível.Uma noite maravilhosa.
E o vereador que me indicara sem conhecer pessoalemente, apenas ao estudar minha história de trabalhos.Minha simplese despretenciosa vida de funcionária pública e psicóloga.

Fiquei pensando em meu trabalho com minorias e caentes, no serviço público, até me aposentar,em várias cidades e estados , no Hospital Júlia Kubtscheck (o nome da mãe de Juscelino, Prsidente da república, o homemem qe mudou a capital para Brasília), na placa que recebi nu8m Dia da Mulher da Assembléia Leglativa e quando leram minha biografia, emocionei-mei ao recordar momentos delicados, mas sempre acho que não mereço essas honrarias, pois apemas faço o que deve ser feito, e gosto de ajudar carentes, mulheres, crianças, adolescentes, famílias.Sim , enquanto psicóloga, mas sobretudo como irmã em humanidade.
Nessa data data, Dia da Mulher, a indicação veio da Deputada Elaine Matozinhos.
Depois de tudo terminado, recebi adultos jovens com quem trabalhei, quando eram adolescentes, no HJK.E um deles , João Martins, a quem chamávamos Joãozinho, entregou-me um certificado desenhado por ele. E disse "Clevane, nenhum de nós que passou por você, deu para nada ruim."Foi aí, que comecei a chorar.Esse, o reconhecimento verdadeito de uma época em que eu realmente pude trabalhar pela juventude , pelo futuro de tantos jovens.

Na última eleição, Claudio Márcio contou-me que Balbino das Ambulâncias teve , mais uma vez, um grande número de votos.Creio que o mais votado.Mas não pode eleger-se por seu partido não ter represenação maior.Que pena, mas sei que , na condição dde advogado, ele poderá ajudar muitos :alguns, qual S.Francisco de Paula, somente se sentem bem quando ajudam doentes.Ele, é um deles.

Várias pessoas contaram-me histórias incíveis (críveis!!!) sobre a prestação de socorro corpo a corpo que esse homeme de personalidade forte e tão caridoso.Nunc mais soube dele, mas ainda gostaria de entrevistá-lo!

Clevane Pessoa de Araújo Lopes.

E lembro aqui que S.Francisco faleceu á 345 nos, em 27 de setembo, de 1660 (*).Nâo os estou comparando, nem sei o credo de Balbino, mas estou associando ao múmero restrito de pessoas que realmene gostam de ajudar pessoas em sofrimento físico, sem asco ou desprezo.Minha mãe , Terezinha do Menino Jesus, foi uma delas.Elas existem.E nada querem em troca.



"GRANDE COLAR
21/11/2007
Entrega do Grande Colar reúne personalidades na Câmara Municipal


A Câmara Municipal de Belo Horizonte reuniu-se em sessão solene, na tarde de hoje, 20 de novembro, para a entrega do Grande Colar do Mérito Legislativo Municipal Arquiteto Oscar Niemeyer. A medalha foi criada em 2003 e homenageia personalidades e instituições que tenham contribuído com o desenvolvimento da comunidade belo-horizontina. O Conselho de Agraciamento, formado pela Mesa Diretora da CMBH, indicou dez agraciados e cada vereador indicou um homenageado.

Este ano, o patrono do Grande Colar é o arquiteto Oscar Niemeyer, que em dezembro completa cem anos de idade. Segundo o presidente da Câmara Municipal, vereador Totó Teixeira (PR), a escolha de Niemeyer se deve, sobretudo, porque Belo Horizonte foi o cenário do primeiro trabalho de grande porte do arquiteto. “O Complexo da Pampulha apresentou ao mundo a arquitetura dos vãos livres, das linhas curvas, das formas excepcionais. Crítico das injustiças e das desigualdades, ele é um homem de grande coragem, e que tem um grande afeto por Minas Gerais”, ressaltou.

Após a execução do Hino Nacional e do discurso do presidente da Casa, foi prestada uma homenagem a Oscar Niemeyer, que por causa da idade avançada, não pode comparecer à cerimônia. Uma equipe da TV Câmara foi até ao escritório do arquiteto, no Rio de Janeiro, e gravou um depoimento com ele. Durante a visita, o vereador Totó Teixeira entregou uma placa ao patrono do Grande Colar.

Amigos, modernismo e ousadia

Na mensagem exibida em um telão, durante a entrega do Grande Colar, Niemeyer disse que a vida dele está muito ligada ao povo de Minas. Lembrou dos grandes amigos, como Rodrigo de Melo Franco, Gustavo Capanema e Juscelino Kubitschek. “JK foi um bom amigo, que me acolheu quando eu tinha 33 anos, e me pediu para fazer a Pampulha. Quando finalizei o trabalho, ele me convidou para construir a nova capital, Brasília”, lembrou. Extremamente lúcido, Niemeyer ainda disse que a arquitetura não pode ser formal, mas deve despertar “o interesse, a surpresa e a emoção.”

O vice-governador do Estado de Minas Gerais, Antonio Augusto Anastasia (PSDB), falou em nome dos 51 agraciados. Lembrou a vocação modernista de Belo Horizonte, dizendo que desde a sua fundação, a capital teve um papel irradiador, ousado, rompendo os grilhões do conservadorismo e agregando todas as regiões do Estado. “A dívida dos belo-horizontinos para com Oscar Niemeyer é muito grande, porque foi ele que mostrou a capital mineira para o mundo, consolidando a ‘intelligentia’ desse povo. E é uma emoção para todos nós sermos homenageados com esta medalha, que tem o nome de um grande brasileiro”, ressaltou.

Durante a entrega do Grande Colar, os agraciados ouviram um recital com três peças do cancioneiro popular brasileiro, escolhidas pensando na paixão do arquiteto pela natureza, pela cultura e pelo povo brasileiro, interpretadas pela cantora lírica Isabela Santos, acompanhada pelo flautista Marcelo Pereira e o violonista Avelar Júnior.

Além do vice-governador mineiro, também receberam o Grande Colar o presidente da Assembléia Legislativa de Minas Gerais, deputado estadual Alberto Pinto Coelho (PP); o General-de- Divisão, João Roberto de Oliveira; o Brigadeiro-do-Ar Antônio Franciscangelis Neto, Comandante do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR); o Conselheiro Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, Elmo Braz; e o Chefe da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, Delegado-Geral de Polícia Marco "Antônio Monteiro de Castro, entre outros."

Informações na Superintendência de Comunicação Institucional (3555-1105/1216)
_____________________________________________________________________________________________________________________________



E ainda em:
www.jornalaldrava.com.br/pag_clevane.htm

(*)Biografia de Vicente, apenas para lembrar...

"São Vicente de Paulo nasceu em uma terça-feira de Páscoa, em 24 de abril de 1581, na aldeia Pouy, sul da França. Vicente foi batizado no mesmo dia de seu nascimento.Era o terceiro filho do casal João de Paulo e Bertranda de Moras, camponeses profundamente católicos. Seus seis filhos receberam o ensino religioso em casa através de Bertranda.

Desde cedo destacou-se pela notável inteligência e devoção. Fez seus primeiros estudos em Dax, onde, após 4 anos, tornou-se professor. Isto lhe permitiu concluir os estudos de teologia na Universidade de Toulouse. Foi ordenado sacerdote, aos dezenove anos, em 23 de setembro de 1600.

Ordenou-se padre e logo passou pela primeira provação: uma viúva que gostava de ouvir as suas pregações, ciente de que ele era pobre, deixou para ele sua herança - uma pequena propriedade e determinada importância em dinheiro, que estava com um comerciante em Marselha.

No retorno desta viagem a Marselha, em 1605, o navio em que se encontrava foi atacado por piratas turcos. Pe. Vicente sobreviveu ao ataque, mas foi feito prisioneiro. Os turcos o conduziram a Túnis, onde foi vendido como escravo para um pescador, depois para um químico; com a morte deste, foi herdado pelo sobrinho do químico, que o vendeu para um fazendeiro, um renegado, que antes era católico e, com medo da escravidão, adotara a religião muçulmana. Ele tinha três esposas: uma era turca e esta, ouvindo os cânticos do escravo, sensibilizou-se e quis saber o significado do que ele cantava. Ciente da história, ela censurou o marido por ter abandonado uma religião que para ela parecia tão bonita. O patrão de Pe.Vicente arrependeu-se e propôs a ele uma fuga para a França, que só se realizou dez meses depois, já em 1607.

Eles atravessaram o Mar Mediterrâneo em uma pequena embarcação e conseguiram chegar à costa francesa. De Aigues-Mortes foram para Avinhão, onde encontraram o Vice-Legado do Papa. Vicente voltou à condição de padre e o renegado abjurou publicamente, retornando à Igreja Católica. Vicente e o renegado ficaram vivendo com o Vice-Legado e, quando este precisou viajar a Roma, levou-os em sua companhia. Durante a estadia na cidade, Pe. Vicente frequentou a universidade e se formou em Direito Canônico. E o renegado foi admitido em um mosteiro, onde se tornou monge.

O Papa precisou mandar um documento sigiloso para o Rei Henrique IV da França e Pe. Vicente foi escolhido como fiel depositário. Devido a sua presteza, o Rei Henrique IV nomeou-o Capelão da Rainha Margarida de Valois, a rainha Margot. Pe. Vicente era encarregado da distribuição de esmolas aos pobres e fazia visitas aos enfermos no hospital de caridade em nome da rainha. Após o assassinato de Henrique IV da França, em 1610, São Vicente passou um ano na Sociedade do Oratório, fundada pelo Cardeal Pierre de Bérulle. Mais tarde, padre Bérulle foi nomeado Bispo de Paris e indicou Vicente de Paulo para vigário de Clichy, subúrbio de Paris.

Vicente fundou a Confraria do Rosário e todos os dias visitava os doentes. Atendendo a um pedido de padre Berulle, partiu e foi ser o preceptor dos filhos do general das galés e residir no Palácio dos Gondi. Naquele período, a Marinha francesa estava em expansão e, para resolver o problema da mão-de-obra necessária para o remo, era costume a condenação às galés por delitos comuns. Vicente empenhou-se nesta missão, lutando por mais dignidade para estes prisioneiros, que viviam em condições sub-humanas. No trabalho em favor dos condenados às galés chegou até a se colocar no lugar de um deles para libertá-lo. As propriedades da família dos Gondi eram muito grandes e Pe. Vicente e a senhora de Gondi faziam visitas às famílias que residiam nestas propriedades. Foi assim que o Pe. Vicente percebeu como era necessária a confissão deste povo. Na missa dominical, ele fazia com o povo a confissão comunitária. Conseguiu outros padres para as confissões, pois eram muitos os que queriam esse sacramento. Pe. Vicente esteve nas terras da família Gondi por cinco anos. Foi a Paris e, mais tarde, a pedido do Pe. Berulle, voltou para a casa dos Gondi por mais oito anos.

Sua piedade heróica conferiu-lhe o cargo de Capelão Geral e Real da França. Vendo o abandono espiritual dos camponeses, fundou a Congregação da Missão, que são os Padres Lazaristas, para evangelização do "pobre povo do interior". A Congregação da Missão demorou de 1625 até 12 de janeiro de 1633 para receber a Bula do Papa Urbano VIII, reconhecendo-a.

Em 1643, Luís XIII pediu para ser assistido, em seu leito de morte, por Vicente, tendo morrido em seus braços. A seguir foi nomeado pela Regente Ana d'Áustria, de quem era o confessor, para o Conselho de Consciência (para assuntos eclesiásticos dessa Regência).[1]

Num apelo que o padre Vicente fez durante sermão em Châtillon, nasceu o movimento das Senhoras Damas da Caridade (Confraria da Caridade). A primeira irmã de caridade foi a camponesa Margarida Nasseau, que contou com a orientação de Santa Luísa de Marillac e que, mais tarde, estabeleceu a Confraria das Irmãs da Caridade, atuais Filhas da Caridade. De apenas quatro irmãs no começo, a Confraria conta, hoje, com centenas delas. Foi também ele o responsável pela organização de retiros espirituais para leigos e sacerdotes, através das famosas conferências das terças-feiras (Confraria de Caridade para homens).

Inpirado por seu amor a Deus e aos pobres, Vicente de Paulo foi o criador de muitas obras de amor e caridade. Sua vida é uma história de doação aos irmãos pobres e de amor a Deus. Existem diversas biografias suas, mas sabemos que nenhuma delas conseguirá descrever com total fidelidade o amor que tinha por seu irmãos necessitados. Muitos acham que a maior virtude de São Vicente é a caridade, mas sua humildade suplantava essa virtude. Sempre buscava o bem da Igreja. São Vicente de Paulo foi um pai dos Pobres e um reformador do clero. Basta dizer que a Conferências Vicentinas, fundadas por Antônio Frederico Ozanam e seus companheiros, em 23 de abril de 1833, foram inspiradas por ele. Espalhadas no mundo inteiro, vivem permanentemente de seus exemplos e ensinamentos.

Segundo São Francisco de Sales, Vicente de Paulo era o "padre mais santo do século". Faleceu em 27 de setembro de 1660 e foi sepultado na capela-mãe da Igreja de São Lázaro, em Paris. Foi canonizado pelo Papa Clemente XII em 16 de junho de 1737. Em 12 de maio de 1885 é declarado patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica, por Leão XIII."

OBRAS:

Obra
Funda sucessivamente diversas congregações:

Em agosto de 1617 funda as Damas da Caridade, hoje conhecidas como Associação Internacional de Caridades - AIC.
Em 8 de dezembro de 1617 cria as Confrarias da Caridade.
Em 17 de abril de 1625 funda a Congregação da Missão, cujos membros são conhecidos como padres Lazaristas, ou padres vicentinos.
Em 29 de novembro de 1633 funda a congregação das Filhas da Caridade.
[editar] Canonização
A sua canonização ocorreu em 16 de junho de 1737, pelo Papa Clemente XII. Em 12 de maio de 1885 foi declarado, pelo Papa Leão XIII, patrono de todas as obras de caridade da Igreja Católica.

O corpo incorrupto de São Vicente de Paulo

O corpo de São Vicente de Paulo está atualmente exposto à visitação pública na Capela de São Vicente de Paulo, na Rua de Sèvres, Métro Vaneau, em Paris."

Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Vicente_de_Paulo

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

21 de setembro-Dia da Árvore-Regina Mello e A Banda


Na foto, fotografei Regina Mello fotografando o Parque Municipal que tanto ama e onde mantém os espaços do Museu Nacional da Poesia-MUNAP, em 14 de março





Nos Anos 60,quando eu lecionava no Grupo Escolar Maria Illydia Rezende de Andrade, fui destinada a uma sala de limítrofes e alguns, com dificuldades de aprendizado.
Eu comecei então, a ensinar tudo em versos bem rimadinhos.
Para omDia da Árvore, quando haveria uma apresentação no pátio, coletiva, de todas as classes , eu ensaiei exaustivamente com meus alunos queido, um poema.
No dia, a Diretora, que era muito empática e dinâmica, ao chamar minha sala, deu-me um sorriso de compreensaõ, tipo:"Seja o que Deus quiser".
Então, em coro perfeito, em alto e bom tom, sem titubearem ou se atropelarem , eles recitaram o poema.
Depois, ela, comovida, disse-me que mal acreditara.

O poema era:

Salve a Árvore!

Clevane Pessoa de Araújo

Todas as árvores são
bem úteis, além de belas
-as frondosas , sombras dão,
as grossas, portas, janelas...

O bercinho do bebê,
a lenha que faz a brasa,
o livro que você lê,
os móveis da nossa casa...

Tanta cousa ela nos dá,
flor cheirosa, fruto doce
- coisa tão útil, não há,
simples ,como se não o fosse.

Uma delas, sendo cruz,
sutentou com muito ampr,
o corpo do Bom jesus
Nsso Imão, Deus e Senhor.

Salve a árvore é benita,
salve a árvore dadivosa
salve a árvore , tão bonita,
salve a árvore maravilhosa...

Essa última estrofe , era dita em tons e momentos diferentes.Desnecessário dzer que cada um dos versos era trabalhado em sala de aula, com imagens, diálogo, explicações, ditados, exercícios, de Gramática, Ciências, Artes e mesmo matemática;contar frutos, folhas, flores,para desenvilver o raciocínio numerico , somar as árvores de um pomar, colorir, recortar, mntar, para desenvolvimento do controle motor...também montamos uma delicada mobília com caixinhas de fósforos para desenvolver o sentido espacial.


E a recitação do poema, compassadamente, depois de bem compreendido, a cada etapa vencida.
Lembro-me de uma garotinha chorando subitamente enquanto eu falava a respeito da crucificação ."Eu já vi "Ele" na Igreja, expicou, todo dodói...
Neste milênio, li o livro do poeta Diógenes Araújo, que se chama "Escandir"e que
trabalha a tese de que métrica ajuda a ampliar a inteligência.Concordo plenamente.

Essa imagem aí em cima -é encantadora e usei-a para fazer a chamada pra o aniversário de Regina Mello (*) ,Diretora do Museu Nacional da Poesia
.Ela adora árvores, que têm tudo a ver com os ciclos e missões dessa bela mulher
sempre voltada para o coletivo, mesmo quando exerce seus direitos de individualidade.

Mas recebi a imagem de alguma internauta, há anos.Arquivei , mas desconheço o seu criador:ela apenas ilustrava um poema.Quem souber, mande me dizer.

Clevane pessoa de Araújo Lopes

(*) Regina Mello, criativa , levou para sua festa cinquenta poemas , para que fosse apresentado um livro vivo-um para cada ano de idade.
Os amigos reuniram-se no Cozinha de Minas, onde o Ramon tenha colocado a casa à disposição de artistas e poetas.Brenda Mars(Presidente do IMEL) e eu estivemos lá antes, e ele mostrou a maior empatia.Brenda presenteou-o com seu Poesia Sonora e eu com Erotísima e O Sono das Fadas-este, para o netinho dele.


Nos tempos de Estalo a Revista, o restaurante antes da reforma, fiz lá vários saraus, com Luiz Lyrio, acompanhados pelo Rui Montese.Na leitura de "Nos Idos de 68", livro do primeiro, Rui nos acompanhou com um belíssimo repertório de época.

A próxima aniversariante será Lívia Tuci, mas, estarei em Teófilo Otoni, para a posse na ALTO.

Clevane

N:Lembro-me que , por essa ocasião, nós as professoras conversávamos no ponto do ônibus sobre namorados, festivais da canção, em 1966-numa das manhãs,um frisson nos motivava:Chico Buarque ganhara o festival com A Banda, da qual cantamos trechos, dos quais nos lembrávamos .
A Banda empatara com Disparada( de Théo de Barros e Geraldo Vandré ), o primeiro lugar no II Festival de Música Popular Brasileira, promovido pela Record. Mocinha de dezoito ou dezenove anos-não lembro o mês dos festivais e eu aniversariava a 16 de julho, único dia em que dormem as fadas(*)- fiquei bastante empolgada com as duas músicas e nem queria entender porque as professorinhas discutiam tanto sobre qual deveria ir para o segundo lugar...

E uma delas emprestou-me os primeiros livros de Fleming sobre o agente inglês 007 que li...

(*) Meu livro "O Sono das Fadas ", selo Catitu /Halt, todo ilustrado com artesanato da mineira Angélica Santos, fotografado por Marco LLobus acaba de ser lançado na Bienal do livro do Rio de Janeiro e em 11/10, terá um lançamento na edição especial do Sementes de Poesia, das 10 ao meio dia, na Praça dos Fundadores,Parque Municipal, com sorteio de exemplares e manhã de autógrafos. Leve as crianças poetas para dizerem seus poemas, vá dizer poemas sobre crianças, participe!

Clevane Pessoa

domingo, 13 de setembro de 2009

CÍRCULO SEMPRE VICIOSO-Clevane Pessoa



CÍRCULO SEMPRE VICIOSO-Clevane Pessoa



Grana, greve,
grave,grito,
grupo,groove,
greta,grilo,
caos,status,
status quo,
casta,costas,
cestos,cistos,
custos,grana.

Hip Hop,
Upa-upa,
oba-oba,maravilha,
a turma da festiva, chegou...

Mas onde estão os que sabem
das coisas certas a se fazer?
Onde estão os formadores de opinião?
E os políticos que em época de eleição
tinham todas as soluções?
Confluir, agir, interagir,
formar a teia mais-que-forte
onde o Outro somos nós,
onde outrem é igual a Alguém
que somos nós.
tão des/iguais...

Das calhas do tempo,
chove um contratempo
a cada minuto...

Resolver, quem há de?

Já descobriram a fórmula científica
da felicidade?
Adrenalina, endorfina, dopamina,
menino vira menina,
casam-se com gêneros similares,
formam lares, criam filhos.
Hormónios, feromônios enganadores?
Novos pares:
talvez melhores,"paidastros", "mãedastras",
mais de uma até:
"maior número de presentes",
"vamos fingir que é bom",
-fazer a manha, exigir tudo
em dupli,triplicata...

Um feixe de peixe,
papel nos ares.
No ano passado, li que
os japones inventaram
peixes eletrônicos
com pedacinhos de músculo artificial encaixado entre os rabos
e os corpos.
Pescadores poderão pescar
sem ter de fritar as postas,
nem levar para a mulher escamar:
pescarão por condicionamento
mania igual a outra qualquer...

Na tradição koinobori (*),
crianças fazem os peixinhos,
as levíssimas carpas de tecido ou papel ,
que depois tremularão num mastro,
coloridas,na frente do azul do céu
parecem nadar no ar,
mas qual na água,
contra a correnteza...

Enquanto meu marido pescava
peixes reais com varas compridas
leves, de carbono,
em vez do antigo bambu da infância,
a esposa-poetisa e desenhista,
tentava captar o atraente movimento
dos peixes orientais,
importados , iguais aos bordados
em seu quimono.

Ao final do dia, ligamos o rádio do carro
e voltamos pelo caminho.
A "greve acabou":por cansaço,
por desesperança
ou a esperança renovou-se
à promessa de migalhas,
sem lembrar que amanhã, os preços dispararão,
os operários sonham com o domingo,
quando também pe(s)carão,
acreditando-se vencedores...

Quanto durará a ilusão?

Clevane Pessoa de Araújo Lopes


(*)Leia sobre a tradição KOINOBORI no site:

www.culturajaponesa.com.br/htm/koinobori.html

Poema publicado originalmente em http://www.clevanepessoa.net/blog.php
Postado por clevane às 10:18 0 comentários Links para esta postagem
Marcadores: CÍRCULO SEMPRE VICIOSO-Clevane Pessoa

sábado, 12 de setembro de 2009

Na Roda das Amizades


Clevane, em Mariana/MG,, quando prometeu às crianças e adolescentes presentes, escrever sobre O Sono das Fadas(2007)-I Mostra Aldravista Intrnacional de arte-Museu Alphonsus de Guimaraens.Lanceiu, na ocasoão, Mulheres de Sal, Água e Afins.



Maria de Jesus Fortuna, falando sobre seus livros a seus leitores





Nina Reis e Roberto Bianchi(aBrace Cultura)





Claudio Márcio Barbosa, um dos organizadores do selo editorial Catitu

Página de meu Olhares,Teares, Saberes, edições Cultura Popular, do editor e poeta Kiko Consulin,também lançado na Bienal


Regina Mello, Diretora do MUNAP




Marco llobus, capista de meus dois livros citos, artista, poeta e Presidente da Rede Catitu.




Sérgio Gerônimo, que organizou a participação de autores, através da COB, no estande da Oficina Editores-decorado pelo Poeta Flávio Dórea-na XIV Bienal do Livro no Rio de Janeiro


Clevane/nov/2008-Balneário de Camboriú/SC-III Jogos Florais


Iara Abreu, artista e capista do Nós da poesia, inde estamos, posa ao lado da foto de regina mello("Mostra Um olhar Digital sobre o parque"-Galeria da Árvore-BH/MG/MUNAP/PMARG)




Brenda Mars, no estande do Poetas Pela Poesia e Pela paz (BH na Paz-2008)


Bilá Bernardes -com seu poema escrito em vitrine de Bento Gonçalves(Congresso de Poetas organizado por Ademir Bacca).






Hoje, meus dois novos filhotes literários, O Sono das Fadas -para crianças até cem anos- e Erotíssima (cujo ponto de partida foi meu blogspot de mesmo nome), crias queridas, o primeiro ilustrado com bordados e bonecos da professora e artesã Angélica Rodrigues Santos, de Belo Horizonte, fotografados pelo poeta Marco Llobus, que criou capa e diagramou.

Não pude viajar e então as poetas e grandes intérpretes Bilá Bernardes e Brenda Mars -que apresentam a edição do livro e a mim-
na parte da manhã, fizeram a contação da história .

Mais tarde, fizeram a performance de Erotíssima.

Falei por telefone com o Poeta amigo e Produtor Cultural (leia-se CLAMA) Claudio Márcio Barbosa, também da ONG Alô Vida e ele disse que foi uma sucesso.Quando ligeuiei para o celular dele, quam atendeu , foi minha amiga Marinha, Maria de Jesus Fortuna , que também escreve para crianças (O Anjinho que queria ser Gente, O Pardalzinho Desconfiado,A Sementinha que Não Queria Brotar), e ainda conversamos, antes do Claudio me dar as boas novas.Ela prefaciou meu "A Indiazinha e o Natal", em 2005.Que ofereci à escritora Eliane Potiguara, de origem indígena, poeta e Cônsul de Poetas del Mundo, líder da Ashoka e conselheira de grupos indígenas-autora de Metade Máscara, Metade Cara.

Há pouco, o editor Sergio Gerônimo, da APPERJ e também poeta ,para com/partilhar, mandou-me as belas fotos do estande e dos participantes-também estou na antologia "O Melhor da Bienal "-mas não foi possível a operação de postar.A decoração , com a logo da Oficina Editores , que criou a cooperativa, (COB) permitindo que mais autores pudessem participar, mesmo os de outros Estados-ficou a cargo do Poeta FLávio Dórea.
Este, em julho, passou por aqui e teve um febrão, em Hotel.Sergio Gerônimo ligou do Rio para mim e para Angela Togeiro, que conversamos com o doentinho-mas não era a "Suína", felizmente.Depois, recebi e-mail agradecendo.
Mas há cousa melhor que servimos aos amigos?Quando o primeiro psicólogo, Jesus Cristo, disse "Ama a teu próximo conforme amas a ti mesmo", estava dando a primeira lição de amorosidade incondicional.
Se meus amigos amam suficientemente a mim , representam-me como se fossem eu mesma.E sou-lhes grata por isso.

Recebo um e-mail de Carol, a dizer-me que a idosa D.Didi está louca para falar comigo:ela quase não enxerga mais e é ela quem envia e lês seus recados.Desde meus tempos de jovenzinha em Juiz de Fora, que Enedy, a querida mainha Didi, é uma esp´´ecie de tia.Ela agora mora em Campo Grande, MS, com o filho, o psiquiatra Luiz Salvador de Miranda Sá.

Liga-me Bilá, para contar que foi "muito legal" a paresentação de meus livros.

Chegam exemplares de Itaúna,o Jornal Social do Luiz Parreiras, que coloca , na página 02, a foto de Regina Mello, poeta e artista plástica Diretora do MUNAP( Museu nacional da Poesia) e comenta a participação de sua fotografia na mostra "Cem Mona Lisas, com Mona Lisa"-além de outra artista, Consuelo Mourão.Nessa exposição, cem artistas e entre eles o também amigo Adão Rodrigues-autor do conhecido "Jornal do Ônibus " aqui em Belo Horizonte,-reiventam a Gioconda Leonardo da Vinci.A de Adão é uma brasileiríssima mulata, reprsentante do Olodum.

Pergunto então a Regina , se recebeu os jornais, pois chegaram-me dois exemplars.Ela responde quye não e vou reservar o seu- essa itaunense inventiva e talentosa que não pára de criar . Quando fui convidada por ela para participar do Original-Livro de Artistas, senti-me retornando às Artes, pois há algum tempo, não desenhava.O nstigante tema "A Forma do Pote Vazio" tocou-me profundamnte, enquando debuxava as vinte e cinco interpretações.

Antes de ir ao Rio, eu deveria estar em Brasília, com Brenda, para o Recital do aBrace.Foi no dia em que senti a pressão subir perigosamente.Brenda não iria por estar em um trabalho.
Mas os amigos Nina Reis e Roberto Bianchi, do aBrace, entenderam e até disseram que talvez venham lançar o CD de poemas musicados ,
interpretados por Mariana Moraes, aqui em Belo Horizonte.Seria ótimo!

Mas hoje o sol doura essa região das Alterosas.Depois de passarmos dias trabalhando na antologia "Nós da Poesia", Bilá eu e Brenda e eu escrever o prefácio para o Objetivo Indefinido de Maria Moreira-que está nele e também em Nós da Poesia- o primeiro com selo do IMEL, feito pela AllPrinte, que tabém editou o de Conceição(Maria Moreira) .A capa deste, foi feita pelo namorido Adão Rodrigues e pelo filho , em roxo e vermelho, um belo trabalho sobre ums de suas gravuras e sua foto.

Chegam-me os convites para o dia 25 de setembro, quando tomarei posse na Academia de Letras de Teófilo Otoni, na qualidade de membro correspondente.O prof.Luiz Lyrio, mineiro que atualmente mora em Aracaju, Sergipe.Na véspera, estrei no Sarau de Poesia da lagoa do nado, apresentando os poema do Erotíssima (a partir de 19hors).Viajarei 25 cedo, para não deixar de atender ao convite de Ricardo Evangelista, que abre espaço para esse lançamento, pelo quie agradeço.

Muito bom perceber a Poesia florescendo em nosso entorno.Dia 10, a oficina lançou a antologia O Melhor da Web, onde estou.
Semanas antes, Tânia Diniz (de Mulheres Emergentes), lançara os "Meninos ME"- já se sabe, elas não vivem sem eles...Da lista de amigos presntes nesse poemário, está o Claudio Mácio e também o Dayrell -queno mesmo dia, autografava seu "Poesia para Escutar o Tempo", com capa e ilusrações de Iara Abreu, que foi quem fez a capa do Nós da Poesia-onde comparece com poema visual.E que está na Bibioteca Municipal com poemas ilustrados-uma beleza de presente e arte gráfica- na sequência de seus Aspectos urbanos, com painel alusivos, objetos, cerâmica...

Tânia, que na Rádio Inconfidência, na Revista da Tarde , programa de Déborah Rajão, lê poemas e convida poemas, chamou-me e pude comentar sobre Erotíssima, a nova poesia feminina, as diferenças entre pornografia e erotismo.E assuntos afins.

Na Bienal, lancei também meu Olhares, Teares ,Saberes, edição do poeta Kiko Consulin, em seu selo Cultura Popular, que o fez no Maranhão.E mandou-me esse presente inestimável.

Há pouco, ligo para Angélica, irmã de Maria Angélica, a Bilá bernardes e lhe conto sobre O Sono das Fadas.Ela fez os bordados e criou os bonequinhos-que aqui serão lançados, para que participe dessa alegria ,co-autora de meu sonho, bem cimo Llobus, criador das capas e paetícipe dois sois primeiros.

Percebo algo:se começo a falar dessas pessoas maravilhosamente fraternas, vou encher muitas páginas. Decido parar por aqui, mas voltarei ao assunto.

O dourado sol de setembro lá fora , sussurra-me que meus amigos são um pouco de mim-por isso, "estive" na Bienal, mesmo estando aqui...
Isso faz com que eu me sinta deliciosamente amparada e feliz.


Clevane Pessoa de Araújo Lopes
12/09/2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Poesia Sonora -de Brenda Marques-dia 01-09, nas Terças PoéticasJardins Internos do Palácio das Artes . -




"Encaminho release e convite do lançamento do livro, fruto da dissertação de mestrado, defendida na UFMG em 2007.

Peço apoio na divulgação e lhe aguardo amanhã, às 18h30 nos Jardins Internos do Palácio das Artes .
Um abraço,
Brenda


"Poesia Sonora de Brenda Marques será lançado no Terças Poéticas desta semana
O projeto de leitura, vivência e memória de poesia Terças Poéticas – realização da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, parceria entre Suplemento Literário e Fundação Clóvis Salgado, apoios culturais Rádio Inconfidência e Rede Minas de Televisão –, recebe na próxima terça poética, 01 de setembro de 2009, às 18h30, nos jardins internos do Palácio das Artes, entrada franca, a poeta Brenda Mars, em homenagem ao poeta Philadelpho Menezes, com as participações especiais dos poetas Clevane Pessoa, Tânia Diniz, Neusa Ladeira, Jovino Machado, Bilá Bernardes, das bailarinas Dani Lopes e Silvana Lopes, da compositora e atriz Iara kelly, e da cantora e poetisa Lívia Tucci.



BRENDA MARS



A Poesia Sonora é reverenciada no Projeto Terças Poéticas com lançamento de livro, homenagem a Philadelpho Menezes e Ritual da Mulher Poliglota. A poeta, multifacetária, Brenda Mar(que)s Pena lança Poesia Sonora: história e desdobramentos de uma vanguarda poética. O livro publicado pela coleção Dissertar da Editora Tradição Planalto, de Belo Horizonte é fruto de dissertação de mestrado defendida na UFMG em 2007. Durante o lançamento haverá homenagem ao poeta Philadelpho Menezes, autor junto com Wilton Azevedo do primeiro CD de poesia hipermídia do Brasil. Para encerrar haverá uma apresentação performática dowork in progress O Ritual da Mulher Poliglota, de Brenda Mars.


Brenda Mar(que)s Pena nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em dia de folia de Reis, 06 de janeiro de 1981. Enveredou-se pela escrita literária aos 12 anos e aos 14 foi destaque em prêmios de crônica, conto e poesia e passou a integrar o Clube Literário de Brasília. Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Belo Horizonte com mestrado em Literatura e outros sistemas semióticos pela UFMG, este ano de 2009 lança seu primeiro livro individual: Poesia Sonora – histórias e desdobramentos de uma vanguarda poética, resultado de sua dissertação concluída em 2007.


Jornalista, poeta performática, baterista e fotógrafa; mestre em Literatura e outros sistemas semióticos pela UFMG; presidente do Instituto Imersão Latina (IMEL), cônsul de Poetas del Mundo Z/L Belo Horizonte. Possui textos em diversas antologias nacionais e internacionais. É uma das autoras de Mulheres no Banquete de Eros/Mujeres en el Banquete de Eros – Editora Abrace 2008, lançado em Cuba e na I BIP – Bienal Internacional de Poesia na capital do Brasil. Medalha de Bronze no Prêmio Carlos Drummond de Andrade CBM em 1998 e no I Festival de Cultura Popular 2000. Apresentou performances no Brasil, Cuba, Estados Unidos, França e Argentina. Participou da Jornada Andina de Literatura Latinoamericana (Jalla 2008) como palestrante no Chile e na Venezuela durante o Fórum Social Mundial Policêntrico em 2006.


Publicou pela Editora Tradição Planalto na coleção dissertar: “Poesia Sonora: Histórias e Desdobramentos de uma Vanguarda Poética”. Wilton Azevedo destaca no prefácio do livro: “Brenda demonstra que a curiosidade não vive apenas de leitura. Tem que se sair a campo, conhecer as pessoas que estão fazendo esta história e se der certo, até participar do experimento do outro. Seu livro tem uma importância pelo que a oralidade ainda encontra resistência em nossa sociedade como reduto de falta de credibilidade e como registro do memorial humano.” http://www.brendamars.worpress.com/




Poesia sonora: história e desdobramentos de uma vanguarda poética de Brenda Mar(que)s Pena


Poesia sonora: história e desdobramentos de uma vanguarda poética traz um recorte bibliográfico sobre a relação entre as artes de vanguarda do século XX em que tal poética está inserida. Ao caminhar pelas essas páginas do livro, o leitor verá a Poesia Sonora como a continuidade de outras manifestações poéticas e como uma precursora para diversas experimentações artísticas. Alguns conceitos de performance, eletroacústica, ritmo, escritura e poesia podem se mostrar contraditórios nesse estudo, que ao invés de apontar para uma única direção, traz a polifonia teórica como embasamento.


O livro apresenta, ainda, uma série de entrevistas realizadas, em 2006 e 2007, com o crítico literário e tradutor de Maiakovski para o português, Boris Shnaiderman, e com os poetas e pesquisadores brasileiros Lúcio Agra, Marcelo Dolabela, Ricardo Aleixo, Vera Casa Nova e Wilton Azevedo.



PHILADELPHO MENEZES

Philadelpho Menezes nasceu em São Paulo, em 1960, e morreu num acidente automobilístico, em 2000. Publicou seu primeiro livro de poemas: 4 achados construídos, em 1980, portanto, tinha apenas 20 anos de idade. Depois, seguiram-se: Poemas 1980-1982 (1984) e Demolições (ou poemas aritméticos), publicado em 1988. Escreveu Poética e Visualidade - Uma Trajetória da Poesia Brasileira Contemporânea (Ed. UNICAMP, Campinas 1991) e foi o organizador de Poesia Sonora - Poéticas Experimentais da Voz do Século XX (EDUC, SP, 1992). Foi o articulador e coordenador da Mostra Poesia Intersignos - que aconteceu em São Paulo (1988). "


Mais informações com Brenda Mars:
(31) 3047 6186 e (31) 8788 3820
brendajornalista@gmail.com
Foto de Brenda Mars por Helena Leão/Coletivo Contorno


www.imersaolatina.blogspot.com
http://tradicaoplanalto.com.br/livro-poesia-sonora.html

Aspectos Urbanos-Mostra de Íara Abreu-Biblioteca Municipal em Belo Horizonte, MG-Brasil

O belo sorriso de Iara Abreu, que acaba de fazer a capa de "Nós da Poesia", a ser lançada na Bienal do Livro no Rio de Janeiro,e onde participa com poemas visuais, e também de de ilustrar o livro "Poesia Para Parar Tempo", da Antonio Dayrell, ainda dedicou-se à ilustração de nossos poemas .
Seu dinamismo e generosidade sempre me impressionam muito bem!
Mesmo a camiseta que veste, é uma de suas obras.
Local:Parque Municipal em Belo Horizonte
Créditos da foto:
Clevane Pessoa






Amigos, repasso, da artista plástica Iara Abreu, que gentilmente nos ilustra.
Por favor, ajudem-nos a divulgar seu belo trabalho , que abraça os poetas e seus poemas.
Tenho muito prazer em ter meus versos ilustrados pela amiga talentosa.
Cordialemente:
Clevane Pessoa


Caros amigos poetas.

"Vocês que participaram comigo das primeiras mostras dos Aspectos Urbanos, estaremos novamente expostos, agora na Biblioteca Municipal de Belo Horizonte a partir do dia 08 de setembro. Não há uma abertura oficial. Estarei lá na galeria no horário de 16hs as 18,30 hs recebendo os amigos. Muito legal fazer exposição em biblioteca pois a frequência de leitores é muito grande.
Além de voces que participaram das primeiras mostras contamos agora com mais a participação de mais os seguintes poetas:
Ataneri Veiga, AnITAvalente,Dimythryus,Jorge Emil, Luis Lyrio, Marco Aurélio Lisboa, Neuza Ladeira,Octávio Roggiero Neto, Paulinho Andrade,Paz Cerrilho, Rogério Salgado & Virgilene Araujo, Ronaldo Werneck, Rosangela Gontijo, Sebastiana Gomes Campos,Teresinka Pereira.

A exposição Foi primeiramente vista na Biblioteca Estadual Luiz de Bessa, depois na Regional Barreiro, posteriormente no Via Shopping e agora fomos convidados para a Biblioteca Municipal de Belo Horizonte.

A antologia "Aspectos Urbanos" de Poemas ilustrados está crescendo e pretendo percorrer outros lugares e agregar outros poetas.

Vocês poetas que entraram nesta mostra podem pesquisar Iara Abreu ou iluarti na google que voces encontram algumas matérias já postadas.

Esses três dias estarei no espaço montando a exposição."

Abraços Iara Abreu
33845104 - 96915104 e 86472314

Divulgação:
Clevane Pessoa
Diret.Reg.do Inst.Imersão Latina e Vice Presidente do IMEL.

domingo, 2 de agosto de 2009

Espantalhos e Rememória

Espantalhos e Rememória

Clevane Pessoa, para Zanoto(escritor e jornalista do jornal O Sul de Minas).


Espantalhos não me espantavam,
nem se tivessem neles alhos
secando ao sol,
porque a passarada vivia em volta deles,
nas rocinhas por onde meu ônibus escolar passava,
no Sul de Minas- de Bicas (*) a Itajubá.
Tinham alhos, tinham olhos de tampinhas,
ou outra coisa qualquer,
nariz de sabugo de milho, corpo de roupa masculina,
(jamais vi uma espantalha!)
mãos de feixes de palha,
chapéu caipira...
(jamais vi uma espantalha!)
Já escrevi sobre eles, já os desenhei,
bordei em panos de enxoval,
-e parecem-me sempre ótimos personagens.
(ah, o Magico de Oz!)...

Uma dia escrevi uma pecinha sobre um deles,
bonachão e sem malícia.
Nas minhas andanças pelos brasis,
perdi a historiazinha, mas depois de ler a rememória de Zanoto,
vou reescrever para os netos que ainda não tenho.

(*) Bicas do meio, hoje Wenceslau Brás