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terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
Comento poema de Gilio de Hollanda

Desenho:Clevane pessoa(fragmento)-ilustração para Maldita Perfeição-edição especial de lançamento , de Jairo Rodrigues.
BAGAS DO AMOR
Um novo amor:
É frutescência cultivada na mocitude
Formosa
Fogosa
Espalhafatosa;
Seduz e nos instiga a imaginação.
Um velho amor:
É fruta madura colhida amiúde
Apetitosa
Dengosa
Caprichosa;
Conduz e nos indica a certa direção.
Gilio de Hollanda
Publicado no Recanto das Letras em 30/05/2005
Código do texto: T20778
Comentei , em 2005, o poema, postado em Recanto das Letras:--> http://66.228.120.252/poesias/20778
08/06/2005 21h59 - clevane pessoa de araújo lopes
Gilio:você coloca a duplicidade, a polaridade, os bipartidos perfis das épocas, com maestri.Adorei. Grata pelo que escreveu sobre minhas trovinhas.Sabe,muitos autores têm vergonha de expor trovas.Eu as chamo pequenas notáveis.Transito livremente por todos os gêneros poéticos.Trovas, meu avô ensinou-me, desde pequena(a metrificar, rimar).Qdo escrevo, é uma forma de agradecer e matar as saudades do velho poeta(Luiz Máximo de Araújo,paraibano de Areias).Aos poucos irei lendo seus textos e comentando.Mande um end,postal e enviarei a revista,literária Estalo daqui de Belo Horizonte.Pertenço à coordenação. Um abraço: Clevane clevaneplopes@yahoo.com.br
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Comento poema de Gilio de Hollanda
Luli resenha meu e-book Velhos Olhos, Novos Olhos

Velhos olhos, novos olhos
Revisão do Livro: LuliSampa
Autor : Clevane Pessoa
Summary rating: 4 stars (3 Avaliações)
Visitas : 478
Palavras:600 Comentários : 1
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Potiguar, da pequena cidade de São José do Mapibu, Clevane Pessoa de Araújo Lopes expõe toda a sua sensibilidade pulsante e lirismo psicológico nos quinze poemas que compõem o livro Velhos olhos, novos olhos.
Em As lavandeirinhas a autora faz um tributo às lavadeiras, com um belo lirismo, retratando a atividade dessas profissionais quase folclóricas, com muita graça. Apesar de citar as lavadeiras das margens do rio São Francisco e outras, o poema universaliza tais mulheres trabalhadoras. Clevane também trás para a roda, o próprio rio, ou lagoa, além da fauna que cerca o “tanque” natural.
Mas nem só de lirismo vive a poesia de Clevane. No poema Infância perdida, infância roubada, a autora trata com sobriedade e sem perder o tom poético, a triste situação de milhares de crianças que acabam sendo privadas de sua juventude.
A poesia mística, presente na obra Velhos olhos, novos olhos, faz o leitor passear pelo estilo pós-conversão dos poetas Murilo Mendes e Jorge de Lima. Tal elemento está representado no Poema de natal. Entretanto, as referências diretas a personagens religiosos se restringem ao componente anjo e lógico, ao menino (Jesus, certamente).
Em certos momentos da poesia de Clevane, o eu lírico mergulha em estados melancólicos e até pessimistas. No caso da poesia Rompimento, o motivo é um amor despedaçado. Não que as experiências citadas sejam inspiradas em passagens pessoais da autora, pelo contrário. Clevane deixa claro nessa poesia que o enredo declamado em seus versos é inspirado no episódio de outra pessoa.
Mais adiante, inclusive, a autora chega a ponto de esclarecer em uma nota, após o poema de sugestivo nome, À beira do precipício, que “a poesia não tem nada a ver comigo, é que gosto de interpretar a todas as mulheres, sempre que posso...”. E pelo que vemos em Velhos olhos, novos olhos, pode mesmo.
Fonte:http://pt.shvoong.com/books/1732381-velhos-olhos-novos-olhos/
>>**<<
Encontrei essa resenha no site Shvoong, escrito por alguém chamado(a) Luli, a quem agradeço.
Na imagem acima, a capa, criada por Maria Inês , da AVBL, que editou o livro virtual.
Velhos Novos, Velhos Olhos, pode ser lido em:www.ebooks.avbl.com.br/.../clevanepessoa.htm
Veja ainda:
http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/capas/velhosolhosp.jpg
E eis parte do prefácio , escrito pela humanista e poetamiga Vânia Diniz, por quem tenho estima e consideração, dessa edição:
"Título: Velhos Olhos, Novos Olhos
Autora: Clevane Pessoa de Araújo Lopes
"Poeta, escritora, psicóloga com um dom extraordinário para se mover entre todos esses segmentos, o talento de Clevane Pessoa circula e forma um elo fascinando o leitor e levando-o a “sentir” sua palavra. Nesse e-book “Velhos Olhos, Novos Olhos”, seu olhar extraordinariamente sagaz e humano alcança o mundo de hoje com seus tormentos e exclusões. Mas não pode esquecer que o ser humano se divide entre alegrias e tristezas, mesmo aquele que tormentosamente ainda não conseguiu que a inclusão a configure numa vida digna com o mínimo de condições para sobreviver.
Clevane como poeta sensível e atenta psicóloga e por isso mesmo sentindo a dor com mais ênfase se refaz nos poemas que compõe entre a realidade fria explícita e as metáforas cantadas e compreendidas na verdade exposta e transparente.(...) "(Vânia Moreira Diniz - Escritora, Poeta e Humanista)
Para visualizar e baixar o ebook, em formato html, vá ao site "E-books", da AVBL , ode também estão alguns outros de meus livros virtuais.
Para ler meu e-book
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novos olhos
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Mala e inverno-Manoel Filó e Clevane Pessoa



Quando o ano é ruim de inverno
o nevoeiro se embala,
deixando a lua embaçada
por uma camada rala,
como papel desbotado
de forrar fundo de mala.
(Manoel Filó/PE)
Quando a paixão virou inverno,
De forrar fundo de mala
o desejo esperou tanto
que virou papel de bala
melado de tanto espanto
com formigas e sem fala...
(Clevane Pessoa/MG-riograndensedonorte, radicada em Minas)
(Encontrei esses versos do poeta de Pernambuco ,por acaso, no blog poeiraecantos.blogspot.com/2007_11_01_archive... e senti vontade de responder, não em réplica, mas em concordância ,embora ele fale da estação do tempo e eu do inverno amoroso).
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No Cantar da Hora-Célia Lamounier-Clevane Pessoa

Imagem:o famosos galinho de barcelos-Portugal, meramente ilustrativo aqui.
A poeta e jornalista Célia Lamounier organizou a antologia "No cantar da Hora" (*), virtual e lá estou, na página 06,(número 7/8 da série) logo após o poema do talentosos menestrel Luiz Alberto Machado e imediatamente antes do grande poeta Plínio Sgarbi, dois amigos poeta, com esses versos:
No Cantar da Hora
Clevane Pessoa
Quando o desejo apetece
a vontade aparece
e a necessidade manda
que não se perca um momento,
no cantar da hora é melhor
-bem o sabe o senhor galo
quando chega o amanhecer.
Um beijo dado no instante
em que a libido mais cresce,
a revolta num estalo,
a inspiração da poesia,
a flecjha que o arco remete,
a decião sem demora
-tudo no momento exato
que é preciso conhecer
prá jamais perder a hora
nem atrasar nossa vida
estirada à nossa frente.
Caminhar, mesmo semfrete
para atingir qualquer meta
-pois é importante chegar
qual(*) um suado viajante
ou passageiro de um jato.
No cantar da hora, meu irmão
não perca a oportunidade
que a vida pões-lhe na mão
seja ela direita ou esquerda
siga sempre o coração
pra encontrar felicidade...
Esse arquivo, encontrei em Adobe-pdf e tive de regidigitar.Caso deseje ler outros poemas, ouros poetas, vá conferir.
(**) Aqui, ao redigitar, substituí, por razões óbivias,"como", por "qual".
Clevane Pessoa
(*)E-book da Biblioteca Virtual do CEN . A Capa também não pode ser captada.
Obs:O título do poema foi o mote dado aos poetas que participaram.
http://www.scribd.com/doc/21898698/NO-CANTAR-DA-HORA-NUMEROS-7-e-8
Clevane Pessoa, Membro da ONE_Ordem Nacional de Escritores
AQUI, AUTOGRAFAGO MEU LIVRO "OLHARES ,TEARES ,SABERES", um PRESENTE do trabalho do EDITOR E POETA KIKO CONSULIN (Editora Popular-S.Luiz-Maranhão), EM JUNHO DE 2009, no Sementes de Poesia do MUNAP(Museu Nacional da Poesia-dirigido por Regina Mello).
Local: Parque Municipal Américo Renê Gianetti-Praça dos Fundadores-Belo Horizoznte, MG


Convidada e aquiescente, não pude ir diplomar-me, em Sorocaba, mas Douglas Lara informa-se que já sou da ONE-o que muito me honra e alegra.Numa próxima solenidade, irei lá, assinar e receber as medalha concedida.
"Ordem Nacional dos Escritores diploma novos associados em Sorocaba"
(...)"O Presidente da Ordem Nacional dos Escritores José Verdasca diplomou e entregou, na sede da FUNDEC em Sorocaba, colares a três dezenas de novos associados, apresentados pelo Diretor Coordenador do núcleo local Douglas Lara.
A cerimônia teve lugar no salão de exposições da Fundec, contou com a presença de mais de uma centena de pessoas, desenrolou-se entre as 18H00 e as 21H00, e foi abrilhantada por um cantor local, que a todos encantou.
Entre os diplomados encontravam-se cinco escritores adolescentes, todos com trabalhos já publicados na antologia "Roda Mundinho", sendo que um deles - José Estevão Pinto de Oliveira, 13 anos - ali lançou a sua obra "O Lobvampiro", onde nos apresenta 23 ESTÓRIAS interessantes e agradáveis de ler, como O Homem Misterioso, O Enigma da Lobvampiro e outras mais.
Também o confrade Guilem Rodrigues da Silva - oficial da Marinha de Guerra brasileira aposentado, que vive na Suécia desde 1968 - se deslocou expressamente ao Brasil, para o lançamento do livro de poemas "Saudade e uma Canção Desesperada", já anteriormente lançado em Lund, onde vive, obra cuja tradução em português agora podemos usofruir.
Do também confrade Nicanor Pereira, recebemos o romance "Vidas Entrelaçadas", e do associado Renato de Oliveira Leme "A Baleia que Aprendeu a Voar".
Enfim, foi uma tarde-noite maravilhosa, com agradável serviço de buffet, dedicada à literatura em prosa e poesia, prestigiada por muitas personalidades da intelectualidade local, como os Presidentes da Academia Sorocabana de Letras e do Gabinete de Leitura, evento que nem o temporal que se abateu sobre a cidade conseguiu ensombrar.
Os novos membros são:
Alexandre Latuf,
Ana Paula Cattai Pismel,
Aparecido Gonçalves Viana,
Carlos Sérgio Monteiro Ferreira,
Clevane Pessoa.
Douglas Santos Junior,
Edival Moraes Blagitz,
Erasmo Figueira Chaves,
Geraldo Bonadio,
Guilen Rodrigues da Silva,
João Oliveira Verlangieri,
José Antonio Rosa,
José Estevão Pinto de Oliveira,
Julia Mira dos Santos,
Juliana Guimarães Terse,
Larissa Vendrami,
Lourdinha Blagitz,
Lúcio Flávio Machado,
Marcelo Plácido,
Marcelo Torca,
Maria Antonia Canavezi Scarpa,
Marilda de Almeida,
Mário Pereira Neto,
Mylton Ottoni,
Nicanor Filadelfo Pereira,
Nilza Florentina Vendrami,
Oswaldo Biancardi Sobrinho,
Renato de Oliveira Leme,
Risomar Fasanaro,
Sandra M. Julio,
Sônia Maria Grando Orsiolli,
Ximenes Alves Martins
O Que é a ONE?
A Ordem Nacional dos Escritores, doravante designada ONE - fundada em 18 de maio de 1982 - é uma sociedade civil com fins culturais e científicos, sem objetivos ou finalidades lucrativas, sediada na cidade e município de São Paulo, abrange todo o espaço da LUSOFONIA
A ONE tem por objetivos primordiais promover, estimular e ou de qualquer modo incentivar as atividades literárias, e congregar, aconselhar e auxiliar os autores seus associados em quaisquer obras e ou produções artístico-literárias, técnicas e científicas, bem como propugnar a atuação do escritor lusófono na livre manifestação de seu pensamento e em defesa de seus trabalhos e direitos.
Fonte:
Douglas Lara. http://www.sorocaba.com.br
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Membro da ONE_Ordem Nacional de Escritores
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O Poeta e Alice

Ao amigo José Estanislau Filho , poeta de quem tive a honra de prefaciar "Todos Os Dias São Úteis", que compartilhou seu poema ALUCINADO POR ALICE e para quem escrevi o que está abaixo.
Stan:Flash carnavalesco e não carnavalesco de primeira linha.Um poemeto para você, inspirado na sua Alice:
O POETA E ALICE
Clevane Pessoa
Os olhos de sua imaginação
são sustentados por arabescos
veem o carnavalesco,os carnavalescos,
os que não fazem carnaval da paixão
os que preferem máscaras
os que brincam com naturalidade.
Todas as Alices querem um gato que ri,
uma rainha bondosa,
um relógio que marque apenas
as boas horas.
Com um abraço amigo:Clevane Pessoa (clevanepax@gmail.com).Obrigada por compartilhar.
Em 20 de fevereiro de 2010 00:01, J Estanislau Filho
- Mostrar texto das mensagens anteriores -
Visitem o site "J Estanislau Filho" e leiam o texto:
"ALUCINADO POR ALICE"
http://www.jestanislaufilho.prosaeverso.net/visualizar.php?idt=2096626
><*><
LE POÈTE ET ALICE
Clevane Pessoa
<>*<>
Les yeux de son imagination
ils sont soutenus par des arabesques
les que carnavalesco, les carnavalescos,
ce qui ne font pas carnaval
ils dont de la passion
ce préfèrent des masques]
ce qui jouent avec naturel.
Toutes l'Alices veulent
un chat qui rit,
une reine gentille,
une horloge laquelle
il marque seulement
les bonnes heures
><**><
THE POET AND ALICE
Clevane Pessoa
The eyes of its imagination
they are supported by arabesques
they can see the "carnavalesco",
the "carnavalescos",
the ones that do not make carnival
of the passion the ones that
they prefer masks
the ones that play with naturalness
All the Alices
want a cat that laughs,
a kind queen,
a clock that it only marks the good hours.
><><***><><
El POETA Y ALICE
Clevane Pessoa
Les los ojos de su imaginación
son sostenidos por arabescos
mirán el carnavalesco, los carnavalescos,
los que no hacen carnaval
de de la pasión
...Algunos prefieren máscaras
Y aún los que juegan con cosas naturales.
Todas Alices , ellas quieren
a un gato que se ree,
a una reina agradable,
un reloj el cual señala
solamente las buenas horas.
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